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Curiosidades
Casamento na Visão Budista. Como é?
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Postado em: 11/3/2010 10:59:14
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Casamento na Visão Budista Prezados Srs.
Que tipo de orientação posso obter a respeito de amor e relacionamento - mais especificamente sinceridade e lealdade numa relação de namoro,compromisso sério e casamento...?
Resposta Monge Kyouhaku:
É muito importante eu entender a visão e valores, Caro Júlio. Primeiramente vamos classificar todas questões que nos colocou: amor, relacionamento, sinceridade, lealdade, namoro, compromisso, casamento, relações abertas, amantes e, como disse "coisas do gênero".
Não podemos avaliar nem analisar cada uma delas, pois todas são circunstanciais, ou seja, uma circunstância amorosa para você pode ser totalmente diferente da de uma outra pessoa ou casal. Não podemos colocar tudo num saco é dizer que é tudo igual e que existe um conceito único para todos. Seria muita leviandade. A mesma que vemos em muitas pessoas e profissionais quando tratam desses assuntos.
É tão fácil ser liberal quanto ser carrasco e rigoroso em conceituar estes assuntos. Afinal, da boca pra fora é fácil dizer, principalmente quando pode-se isentar de qualquer tipo de responsabilidade.
O budismo prega a conduta do equilíbrio, moderação, consciência, equanimidade, do caminho do meio e da interdependência.
Todos os itens que citou são situações oriundas de um sentimento.Tudo é.Portanto, ao invés de trabalharmos com os resultados devemos trabalhar nas causas que os originam. Caso contrário continuará sendo eterno escravo das circunstâncias.
O sentimento no budismo é tido como o alvo mais importante da prática,caso não seja capaz de controlá-lo ele será seu eterno controlador.Também, o sentimento é o alvo mais impalpável e transitório que se possa existir.É o símbolo da impermanência. Mas, quem não gosta de gostar? Até mesmo o não gostar é um tipo de gostar. Amar,ser pego por uma profunda paixão,viver fortes emoções e outros... Tudo faz parte da vida, das suas fases e objetivos. Vamos verificar agora um a um dos itens que nos colocou.
Amor: Existem dois tipos de amor. Um que, apesar de profundo e motivador é por fim egoísta, por estar relacionado diretamente aos nossos desejos.Também pode ser chamado de Amor Maculado (ossen-nai). Outro, por se colocar acima de qualquer circunstância adversa e não deixar se levar por sentimentos momentâneos é muito mais profundo, por esse amor é capaz de sofrer e ainda sentir prazer, pois a sua causa é nobre. Geralmente é representado pelo amor de uma mãe. Este amor é chamado de Amor Imaculado (fuzennai). É o tipo de amor divino que cada um de nós também possuímos e que apenas não o desenvolvemos, pelo apego demasiado ao primeiro tipo de amor.
Quando praticamos a fé do budismo do caminho primordial, aprendemos e ouvimos ensinamentos que nos direcionam ao segundo tipo de amor. Só vale a pena sofrer quando tiver a certeza de que determinado tipo de sofrimento acabará. E, sem fé não há certeza. Logo, devemos concluir que, para amarmos verdadeiramente precisamos ter fé, para que possamos superar todas as dificuldades que possam acontecer. O budismo primordial, como religião, prega este tipo de amor.
Relacionamento: É uma realidade incontestável. A lei da interdependência observada e pregada por Buda, define a importância que devemos dar a esta questão. Ninguém vive neste mundo, todos convivemos, e a convivência é um ciclo interminável de relacionamentos. Somente dentro do relacionamento é que a iluminação se torna possível. Num relacionamento precisaremos identificar e nunca esquecer do seu objetivo principal. É valido dizer também que todo relacionamento que não tiver como objetivo principal a harmonia, estará sempre sujeito a desvios e desentendimentos. Muitas vezes pode parecer impossível se relacionar ou conviver com alguém. Porém, devemos lembrar que faz parte da vida, que são inevitáveis e que justamente por isso devemos nos esforçar dobradamente e ter fé.
Buda pregou o Tetra Sofrimentos e acrescentou mais quatro formando Oito.São eles: Nascimento, doença velhice, morte, separar-se da pessoa amada, ter que conviver com alguém que não ama, não querer e ter (querer e não ter) e as constantes disfunções físicas.
 O budismo é o caminho que nos orienta a se relacionar e conviver de modo sereno com todos estes tipos de situações. São vários ensinamentos que permitem transformarmos uma realidade transitória numa bênção permanente, na causa da nossa iluminação. Nos fundamentamos na prática da fé e oração do Mantra Sagrado Namumyouhourenguekyou para edificarmos essa realidade única.
Sinceridade: É o modo com o qual devemos conduzir todos as nossas idéias e atos. Sinceridade significa não mentir. Não mentir também não significa sair por ai dizendo todas as verdades. Precisamos ser sinceros a causa e não à circunstância. Muitas vezes, somente depois que algo acontece é que resolvemos ser sinceros.
Uma pessoa sincera por exemplo é muito mais crítica a si mesmo do que aos seus semelhantes. Contudo, pela responsabilidade e consciência que tem, sempre encontra um meio de transmitir e atuar com sinceridade. Dentro de tudo que fazemos, sem dúvida , praticar a fé é um dos mais sinceros atos que podemos expressar.Podemos dizer até que, sem fé não há sinceridade. Estará mentindo para si mesmo, quando pensar que é capaz de tudo sem mesmo praticar a fé. Lealdade: Conceito que pressupõem a traição. Podemos ser leais, mas não exigir lealdade. Pois, devemos ser merecedores dela.Acontece em muitos casos que,cobra o que não merece.Mas, também, lealdade baseado em quê ? De que vale ser leal numa coisa e desleal noutra. Cobrar lealdade no amor por exemplo representa uma total insegurança. Sentir-se inseguro diante de uma pessoa que cobra lealdade é desleal. Dá impressão de que a relação mais parece um jogo do que um convívio tranqüilo. Pelo menos devemos procurar ser leais aos nossos princípios e mantê-los em prática a qualquer custo. Se forem princípios que o levam a viver e construir a felicidade, por que não investir mais neles do que nas mágoas, incertezas e tristezas.
Namoro: O namoro pode ser considerado uma relação inicial em que as pessoas se utilizam, sem muito compromisso, para se conhecerem melhor e sem que um tenha que assumir as responsabilidades do outro.É claro que este namoro existe em vários níveis , mais basicamente é o que se pode afirmar. É uma relação de interesses em que quando por algum motivo, seja sentimental, experimental o interesse termina pode-se encerrar a relação sem maiores cobranças ou transtornos. Por isso é que é gostoso namorar. Bom mesmo é se pudéssemos namorar para sempre, mas com o passar do tempo ambas as partes passam a exigir mais garantias desse relacionamento.
Compromisso: Modo de assumir responsabilidades e garantir tranqüilidade a outrem. Modo também de aumentar a sua confiabilidade. São graças aos compromissos cumpridos é que nos tornamos confiáveis.Todavia, normalmente só assumimos compromissos viáveis e que estão ao nosso alcance. Também tendemos a assumir compromissos que nos trazem vantagens e benefícios. Por serem estes os principais compromissos que assumimos é que, muitas vezes depois de cumprimos tudo ainda não nos tornamos felizes de modo pleno. Existem compromissos que temos que assumir com a vida, ou melhor que já assumir ao nascer. O nosso compromisso definitivo é viver de modo sereno e também conduzir as pessoas a este mesmo estado de vida. Para o budista este é o maior compromisso e,cumprir não representa simplesmente um êxito individual como principalmente o êxito e felicidade de mais alguém.
Casamento: Início de uma relação que se pressupõem ser por um longo tempo em que, tudo é dividido, principalmente as despesas e os direitos.Formação básica para criação de uma família onde os filhos possam ser educados com afeto e cuidados constantes.Este perfil considerado ideal tem mudado um pouco nos últimos anos, mas não deixa ainda de ser o ideal.
Acontece que pelas circunstâncias individuais do casal muitas vezes esse ideal pode não se concretizar. Há pessoas que dizem "Se já é difícil viver sozinho quanto ma s a dois!".Afirmação lógica, mas não coerente.Ninguém consegue viver, nem pode viver sozinho. O casamento no aspecto, convívio, é uma das melhores formas que temos para nos aprimorar e nos lapidarmos sempre com alguém próximo nos incentivando e nos policiando também. O objetivo da vida é que se torne capaz de viver por alguém. Os moldes do casamento e dos acontecimentos podem até mudar, mas esse objetivo de vida sempre existirá dentro do ser. Porque é o que legitima sua existência.
Relações abertas e amantes: Relações abertas, ou descompromissadas, trazem um prazer e relaxamento momentâneo. Porém, a longo prazo, de modo geral trazem mais sofrimento. Se relacionar com amantes também, são aventuras da vida que, uns passam e outros não. Muitos que passam tentam sair dessa relação e alguns outros que não passam pensam como seria se tivessem uma relação assim. Tais tipos de relações serão sempre uma incógnita e nunca se sabe no que dará.Pois não há um planejamento, nem um compromisso assumido abertamente diante de todos e da comunidade. Se fôssemos perfeitos a conversa seria outra.Porém, enquanto não somos,devemos saber que vivemos mais corretamente sempre que estivermos sendo orientados e supervisionados.
Por outro lado pode-se dizer que não existem relações abertas.Pois,a relação só é aberta realmente quando de fato não existe uma relação, apenas um contato.Relações exigem reciprocidade constante e, dentro de uma relação aberta isso muitas vezes é ignorado por uma necessidade individual e egoística. Portanto, geralmente quando este sentimento não consegue mais saciar-se dentro dessa relação aberta é que, se mostrará realmente o quanto é aberto.
São consideradas relações de maior risco.Risco de ficar sozinho novamente ou, de ter que deixar alguém sozinho depois. O budismo prega o equilíbrio e, o melhor parâmetro para se medir seu equilíbrio são as relações.Uma das primeiras afirmações de Buda foi "Eu existo porque você existe, você existe porque eu existo" ou seja,somente dentro de uma relação é que uma existência pode se legitimar. Justamente por isso é que nos esforçamos para manter boas relações para que nossa existência seja legitimada pela felicidade que apresenta e oferece, e não pelo sofrimento. Dependerá da escolha que fizer.
Considerações Finais: Todas as perguntas que fez, de modo geral implicam no "sentimento".Este simples fator torna circunstancial qualquer tipo de resposta. Pois, todas podem ser também circunstanciais.
Por isso nós budistas, além de nos esforçarmos da melhor forma para cumprir com aquilo que ainda assim possa ser considerado circunstancial, nos esforçamos principalmente na prática da fé para que as circunstâncias, ou como chamamos "causa direta e condição indireta" (innen) possam nos favorecer, independente da nossa limitação.
Saber que é limitado, imperfeito e que ao mesmo tempo também pode atingir a iluminação e ser plenamente feliz é o que nos motiva a praticar a fé independente do quanto erramos até hoje ou possamos ainda errar
O que importa é que terei todo o suporte na fé que pratico, pois essa fé não é circunstancial nem mesmo impermanente como tantas outras coisas.Também é prioridade dentro da minha vida e meus atos. Primeiramente sempre me espelho diante dela para ver se meus atos estão corretos ou podem ser corrigidos e melhorados.
O budismo não é a religião da imposição.Tão pouco prega a existência de um Deus que simplesmente se impõem sobre você, decide seu destino e caso contrarie ele toma a decisão de condena-lo ao inferno.
O budismo é a religião da consciência.Lhe afirma que é responsável por seus atos e que terá que responder por eles. Prega a divindade como a energia e existência suprema que sempre está a sua disposição e sempre lhe oferecendo a salvação. Terá que ter consciência disso e atuar de modo a concretizar essa interação e meta. Concretizando isso estará salvo e pronto para salvar outros também.
Todavia, devemos salientar que a consciência deve ser prática, ou seja, se tem, mostre. Caso contrário ela não lhe servirá para nada. A fé que temos centrada na oração sagrada Namumyouhourenguekyou, nos permite todas essas concretizações e realizações, todas no seu melhor modo, o primordial, o modo que melhor pode nos energizar e nos fortalecer.
Fonte: Revista Lótus www.budismo.com.br  
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Casamentos curiosos
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Postado em: 26/10/2009 14:47:09
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O casal chinês Wu Wei e Lin Teng fez sua cerimônia de enlace matrimonial debaixo d'água. Eles subiram ao altar no Parque do Mundo Submarino, em Hainan (China), em 2005. Foi o primeiro casamento submerso no país.
No Sri Lanka, o jovem Khalid Mosood escreveu cerca de 700 cartas propondo casamento que ele conhecera na cidade de Galle. A moça acabou se casando com o carteiro.
O casamento mais longo da história durou 86 anos. Os americanos Lazarus Rowe e Molly Weber, do Estado de New Hampshire, casaram-se em 1743. Tinham 18 anos. O casamento só acabou quando ele morreu aos 104 anos.
Na Copa do Mundo da França, em 1998, a brasileira Rosângela de Souza e o norueguês Oivind Ekeland se casaram bem no centro do gramado do Estádio Vélodrome, em Marselha. A cerimônia aconteceu antes da partida Brasil x Noruega.
Fonte: www.casadinhos.com.br
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Convite de casamento
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Postado em: 7/10/2009 14:49:02
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CONVITES
O mais tradicional é o convite ser feito pelos pais da noiva, sendo o seu nome apresentado em primeiro lugar. São referidos também os nomes dos noivos, o local da cerimónia e a hora, o local da boda e a hora;
Os convites podem ser feitos apenas para a boda, sendo a cerimónia limitada à família mais chegada e portanto, só se refere no convite as informações relativas á festa;
Quando os pais da noiva estão divorciados mas são ambos anfitriões da festa e da cerimónia, devem ser referidos os nomes de ambos, enquanto que no primeiro caso basta referir o nome do pai da noiva e acrescentar a da esposa à frente;
Quando a noiva é órfã, poderá fazer o convite em seu nome, já não referindo o nome dos noivos, mas apenas as informações relativas à cerimónia e festa;
Hoje em dia, os convites começam a ser feitos tanto em nome dos pais da noiva como em nome dos pais do noivo, sendo ambos referidos no início do convite;
Uma forma cada vez mais em voga é a utilização de um texto personalizado, escolhido pelos noivos e que pode incluir citações ou poemas, não seguindo a forma mais tradicional indicada nos exemplos anteriores.

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Você sabe a origem do buque?
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Postado em: 22/1/2009 01:23:54
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O buquê teria surgido na Grécia como uma espécie de
amuleto contra o mau-olhado e, na sua confecção, era utilizado o alho.
Confeccione dois buquês: o primeiro abençoado pelo sacerdote deverá ser
guardado.
O segundo, será lançado em direção às mulheres solteiras. Aquela que
conseguir pegá-lo terá a sorte de ser a próxima a casar.
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