Qual a diferença entre Buffet de Rede e Buffet Exclusivo?

Atualizado: há 5 dias

Te assustou o título? Já vamos explicar para você, e de bônus, teremos uma entrevista incrível, com o responsável pelo Buffet exclusivo, mais cobiçado de toda grande São Paulo.

Ele irá nos contar alguns detalhes, sobre o motivo de o Buffet Colonial não possuir redes, mas, ser elegantemente, exclusivo, requintado e detalhista, em cada recepção organizada pela fantástica equipe que o assessora.


Você irá saber qual o motivo desse magnifico buffet, optar pela peculiaridade, a semelhança de perfumes raros e importados, que concentram sua preciosidade em pequenos frascos.


Então venha com a gente, e descubra por qual motivo, optar pelo Colonial é uma escolha segura!


Buffet Colonial: A trajetória da empresa


Buffet Colonial, um local de eventos surreal, o qual está nas mãos de uma equipe maravilhosa, que brilha, desde a recepção até se despedir do último participante do evento, após sua conclusão.

Sem contar que os pratos finos e saborosos, preparados com esmero por Paulo Dalsasso, o chef que possui uma habilidade extraordinária, em transformar o sabor de tudo que coloca as mãos, são extraordinariamente insuperáveis!


Nossa repórter fez questão em começar a entrevista, indagando ao diretor do Colonial, sobre como tudo começou. Então, que tal nos acompanhar, e conhecer um pouco da história desse fabuloso local da realização de sonhos! Sabia que já se tornou o predileto da celebridades?


Entrevista - Buffet Colonial


( Report)- É um prazer tê-lo aqui conosco ! Desejamos que não apenas os nossos leitores, alimentem suas a curiosidades, a respeito desse espaço e buffet singular, mas, ainda, os que estão em busca de uma resposta, sobre onde realizar a festa de casamento, fiquem cientes do diferencial que o Buffet Colonial poderá fazer na vida deles para sempre!

(R.Y.) – É uma honra, ter a oportunidade compartilhar um pouco do que temos visto e vivido com os clientes especialíssimos que adentram os portões do Colonial, e terei o prazer em apresentar-lhes um pouco mais sobre nosso espaço e atuação.


(Report.) – Como diretor do Buffet Colonial, certamente poderá nos dizer como tudo começou, certo? Quem foram os fundadores, e como o Buffet Colonial se instalou em Moema, São Paulo?


(R.Y.) – Na realidade, O Buffet Colonial já existia desde 1925 em Osaka no Japão, como uma casa de eventos tradicional, a qual meus bisavós e avós com grande sabedoria e trabalhos mantiveram por longos anos!


No entanto, bem antes disso, o histórico da família traz informações que justificam o sucesso hoje vivenciado. Acredito que seja de grande valor compartilhar com os leitores, toda trajetória.


( Report.) - Por favor! Conte-nos tudo sobre o Colonial!


Os antecessores do Buffet Colonial


( R.Y.) - Nos anos que antecederam a fundação do Colonial no Japão, o papel feminino, como em tantos outros países naquela época, principalmente o das esposas, eram limitadas tão somente à submissão e obediência aos sogros e ao marido.

Elas se dedicavam aos serviços de casa, à criação e educação dos filhos e ainda ajudavam a cuidar da economia financeira e doméstica. A mulher se destacou muito na história da nossa família. Até onde sei, a minha Bisa, que se chamava Iwano Yoshikawa, e seu irmão mais novo Hidenobu Yoshikawa, o qual foi fundador da empresa Takara Belmont, nasceram na cidade de Nara.


A família tinha comércio de óleo, muito utilizado para acender as lamparinas (subprodutos do petróleo), já que poucos privilegiados teriam energia elétrica nas casas da época.


Como muitas famílias na época, no Japão, eles também cresceram em meio às adversidades. Guerra, falta de emprego, fome, sem contar os riscos de terremotos que já fazia parte do contexto do país.

Uta (minha tataravó) foi uma mãe exemplar, cumprindo com honra todos os seus deveres como esposa, nora, e também na educação financeira. Sempre muito rigorosa na educação dos filhos e ao mesmo tempo amorosa. Ela tinha um sonho de ajudar as pessoas de alguma forma.

Morando perto de uma rua muito movimentada, com transeuntes que corriam para não perder suas conduções, ela enxergou uma grande oportunidade, e determinada a abrir o seu próprio negócio, comprou um Yatai (espécie de carrinho) para vender Udon, quentinho, rápido de comer e seria justo ao bolso dos transeuntes que ali passavam.


Na verdade, a intenção maior, foi a de oferecer um pouco de conforto espiritual, com palavras de incentivo, esperança e fé, aquecendo os corações àqueles que ali paravam um tempinho para apreciar o seu Udon.


Trabalho, amor e fé unidos pelo bem de todos


Minha tataravó Uta, era acima de tudo, muito religiosa. Diariamente começava o dia diante ao altar, orando e agradecendo por mais um dia poder ser útil e encerrava o dia também diante ao altar, orando e agradecendo por mais um dia de aprendizado.


Iwano e Hidenobu, desde a tenra idade, cresceram ajudando a mãe e o pai vendendo óleo nas horas vagas. E naturalmente desenvolveram habilidades através de seus exemplos. Iwano, por mais que tenha desenvolvido o seu tino comercial, como mulher, em obediência ao pai, não escapou de casamento arranjado.


O primeiro casamento não durou muito. Arranjaram um segundo pretendente, mas ela havia se apaixonado pelo Yoshio Yoshikawa que coincidentemente tinha o mesmo sobrenome Yoshikawa.


Ela se encantou com a postura do Yoshio, quando o viu andando na rua com seu instrumento musical Shakuhachi a caminho da escola.


Ela era muito expansiva para a época. Ela teve a iniciativa de se apresentar ao Yoshio. Foi um encontro Feliz! Os dois se casaram, contrariando seus pais. O dinheiro era curto, e enquanto ainda restava um pouco de suas economias, o casal resolveu montar um restaurante.


Saíram à procura de um local ideal, mas os local ideal, era no momento impossível de adquirir. Finalmente, uma casa antiga que não estava à venda, devido à rumores da vizinhança de que a casa era mal assombrada. E justamente por isso conseguiram comprá-la, em Miyako-jima.

Inauguração do primeiro restaurante


Reformaram a casa, e ao pensarem como seria o nome do restaurante, surgiu do nada um casal de pombinhos que pousou no telhado da entrada, e surgiu a idéia de Hatomiya - palácio do pombo.


O restaurante até que havia movimento, mas não como eles gostariam. Muitos tinham receio de entrar, não pela fama de mal assombrada, mas por que os clientes não se sentiam bem sendo vistos de fora.


Dizia-se os clientes eram vistos muito nitidamente de dentro do ônibus. Assim, resolveram mudar o restaurante para outro lado da rua. Nesse meio tempo, no ano de 1930, nascia o primeiro filho, meu avô Shozo, e logo após dois anos nascia seu irmão Kinji, em meio às dificuldades financeiras...


No entanto, estourou a Guerra, e em 1937 seu marido Yoshio foi convocado e designado para unidade de transporte Shintaisan, que carregava cargas à cavalo. A bisa Iwano com 2 filhos pequenos, sem esmorecer, dirigiu sozinha o restaurante com muita determinação.


Seu irmão, com atitude, trabalho e perseverança, construiu a empresa Takara Belmont, hoje conhecida no Japão e em muitos outros países também, inclusive no Brasil, onde é referência em mobiliários de grandes salões de beleza!


A segunda guerra mundial e os negócios da família

Voltando à história da Bisa Iwano, por longo período batalhou sozinha. Seus 2 filhos estavam entrando na fase de adolescência, quando estourou a Segunda Guerra, e seu marido Yoshio foi novamente convocado para unidade de transporte.


Shozo, hoje com 89 anos de idade, com seus lápsos de memória, ainda lembra de alguns episódios. Lembra que o pai Yoshio foi reconhecido e premiado pelo governo como excelente cavaleiro.


E foi convidado pelo Imperador do período Showa para ensiná-lo.

Ele lembra que pegava o catchup e as batatas do restaurante da mãe, levava até o terreno da família na aldeia de Tonbi em Nara, para saborear longe dos olhos da mãe.

Lembra que após a Segunda Guerra, a família retornou a Miyako-jima, e abriu um restaurante só de Sukiyaki com fogo de carvão. E escolheu nome Seiryu - Dragão azul, segundo a lenda, Dragão azul do leste, subia com toda sua força por onde o Sol nasce.


À medida que Shozo e seu irmão Kinji começavam a se engajar no negócio familiar, o restaurante Seiryu, sua mãe Iwano já procurava outro lugar para expandir.

Lembra Shozo, que seu tio Hidenobu, já bem sucedido com sua fábrica pioneira em cadeiras para salões de beleza, sempre visava o bem estar das clientes que permaneciam horas sentadas em cadeiras desconfortáveis. Imaginava estas mulheres lindas e maravilhosas saindo descadeiradas do salão.


Sua empresa tornou-se um centro de referência em design, segurança, durabilidade e garantia para cabeleireiros renomados do Japão, USA e alguns países da Europa, onde atua hoje em dia.


Hidenobu, que era muito unido à sua irmã Iwano, já havia lhe sugerido que expandisse seu negócio mais ao centro de Osaka, já que Miyako-jima onde residiam era uma pequena cidade no interior de Osaka.

Ela estava amadurecendo essa ideia quando seu irmão, muito eufórico lhe deu uma boa notícia: uma casa antiga, perto de seu escritório em Shimizu-machi fora anunciada à venda.

Iwano e seus dois filhos foram imediatamente conhecer o local.


Um novo restaurante: Seiryu- Expansão dos negócios


O voto foi unânime, e a familia adquiriu o terreno. Tão logo iniciou-se a reforma, projetando um belo e tradicional restaurante japonês e sua moradia ao fu